quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Assim, sim!

Prometo que não vou ficar copiando texto dos outros, mas esse é bem legal...

O MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO
(visto pela mais verdadeira ÓTICA)

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!!!!

E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, vivia fazendo compras,
conheceu muuuuitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia,
trocou de carro, redecorou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, pois não tinha sogra, não tinha que lavar, passar, nunca lhe faltava nada, bebia champanhe com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois nenhum homem constrói nada sem uma MULHER.
FIM.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Boa sorte com as próximas 365 batalhas...




Mais um ano terminou. E mais um ano comecei. (Isso é um sinal de que continuamos na nave Terra, como diria Quiroga)
E, pra não fugir à regra dos demais anos, fiz minha listinha de promessas com muita fé em minha perseverança, que é mais limitada do que deveria. Dessa vez não deu pra pular sete ondas porque estava em Porto Velho e lá não é litoral, como deveria saber todo brasileiro que concluiu o Segundo Grau. Em compensação comi romã e guardei os caroços na carteira. Nunca é demais mandinga pra ganhar dinheiro.
Na hora de fazer a minha listinha, lancei mão da experiência vivida em 2008: o que nos garante alcançar os objetivos listados no dia 31 de dezembro é o que fazemos em cada dia do ano novo.
Lógico! diria o amistoso. Não diga! diria o irônico! Você tem toda razão! diria o puxa-saxo.
Mas vale a pena refletir...
Pra começar, as promessas devem ser feitas respeitando quem realmente somos, nossos limites, preferências, medos e tudo o que não dispensamos ou não suportamos.
Porque a guerra vai ter 365 batalhas, e temos que vencer ao menos 183. Em alguns casos, todas.
Então, nada de comparar meu corpo com o da Gisele Büdchen, nem meu estilo de vida com o de um monge budista. Sou o que sou. E de acordo com os estudiosos do comportamento humano, vou mudar pouco, pois já atingi a fase adulta.
Estou feliz por mim. Começo o ano com meus pezinhos no chão e afim de atalhar, como diz na minha terra. Dispensar o dispensável é o primeiro passo. Ser feliz com as pequenas conquistas, o passo diário.